O futuro chegou, e a televisão se tornou um eletrodoméstico de primeira necessidade, e um dos campeões de audiência se falando de entretenimento. E, é através dela que vemos o mundo passar lá fora, ou melhor, lá dentro daquela caixa de vidro.
A influência da mídia junto na criação dos filhos hoje é uma constante, todos os dias a televisão nos traz exemplos de como está sendo difícil educar os jovens para a sociedade.
Houve um tempo em que se confiava na polícia e nas autoridades políticas. Os crimes eram julgados e os bandidos eram trancafiados
Mas hoje eles ainda são em sua maioria crianças que apesar da pouca idade levam uma vida de dar inveja nos antigos ladrões de galinha. E, apesar de todos os crimes, não podem ser condenados de forma que merecem, por conta de nossas leis. E quando são condenados não são reeducados para a sociedade, e acabam sendo aperfeiçoados no mundo do crime.
As meninas chegam ao topo de sua plenitude cada vez mais cedo, ser mulher adulta com todos seus requisitos e seus dotes são atributos que estão na moda, junto com a ousadia que leva ao extremo vulgarismo.
Aos 12 anos elas consomem tanto quanto aos 30, o que acaba fazendo delas vítimas do sensacionalismo e da escravidão das ditaduras que são impostas pela nova geração da indústria cultural.
Um estudo feito em 2006 pela Universidade da Carolina do Norte e divulgado pela revista Pediatrics, da Academia Americana de Pediatria, revela que grande número de jovens tem uma iniciação sexual mais cedo e sem o conhecimento dos pais. Portanto, é alto índice de gravidez indesejada e doenças sexualmente transmissíveis na adolescência.
Simultaneamente, os pais tendem a não falar com seus filhos sobre sexo de forma sincera e no momento certo, deixando um vácuo que é preenchido pelos meios de comunicação. Dessa forma, tornam-se poderosos educadores sexuais, fornecendo a imagem freqüente de que o sexo é divertido e não representa riscos.
A educação na família é um fator frequentemente discutido pela sociedade porque gera todos os conflitos em que estamos acostumados a ver. O alto consumo de drogas e a marginalização, são preocupações constantes. É quase impossível educar e viver ao mesmo tempo esperando que o sentido da palavra família se transforme.
Não mais em uma simples palavra, mas num sentido completo como ela o deve ser, com respeito e educação. Quem sabe resgatando valores como caráter e educação um dia possamos ter jovens mais educados e mais humanizados???